Dicas de paisagismo para montar um belo jardim

Categorias: Jardim - Paisagismo

Um grande filósofo britânico, em belo estudo, explica que o jardim tem uma função social e uma função no íntimo das pessoas, pois ele simboliza um contato com a natureza, ou seja, uma relação com o que é mais natural no ser humano, que hoje vive nas grandes cidades cercadas de concreto e leis.



Deste modo, saber cultivar plantas e estruturar uma pequena paisagem no jardim não é tão simples quanto parece. Algumas pessoas são mais talentosas para essa tarefa e é por meio delas que algumas dicas serão passadas aqui.

Para começar é necessário escolher um local, optar por algumas espécies de plantas, o método de cultivo e mais alguns critérios que permitam organizar um belo ambiente. É necessário observar bem os critérios, pois, muitos tipos de plantas necessitam de cuidados especiais, os quais, se não forem observados resulta exemplares mortos e em espaços pouco práticos.

Portanto, no sentido de orientar as pessoas interessadas para configurar e manter um jardim bem saudável e atraente segue uma relação de cinco pontos essenciais, para o cultivo e cuidados nesse espaço físico do lar. São dicas de profissionais paisagistas. Observe:



A – A manutenção. Muito proprietários de casas de campo tinham costume de cultivar muitos tipos flores, que apresentavam maciços cheios e bastante coloridos. Neste caso, pessoas que possuem um amplo quintal e pretendam adornar o mesmo com plantas e flores, uma dica é essencial: é necessário cuidar rigorosamente da adubação e do controle de pragas, para que haja floração, dado que muitas plantas e flores são extremamente vulneráveis e determinados ambientes, precisando de muita atenção.

B – A variedade. Neste caso, sobretudo pata quintal pequeno, a mistura de espécies pode ser uma grande vantagem, e todas as plantinhas deverão ser posicionadas, de preferência, na vertical. É uma maneira de economizar espaço e adornar a área de fora com aquilo que a natureza pode oferecer de mais belo. As espécies mais recomentadas para este caso são: as samambaias; as trapoeraba; a hera-estrela; o aspargo-pendente; o filodendro-xanadu; o véu-de-noiva; a barba-de-serpente e o chamado chifre-de-veado. A mais clássica é a primeira da lista.

C – O porte. Antes de iniciar o cultivo de qualquer espécie de planta no quinta é necessário buscar informação sobre a estrutura do vegetal, ou seja, verificar até que ponto a planta pode crescer e se expandir para as laterais. Algumas árvores possuem raízes fortes, que invadem demais o solo, podendo até causar danos em tubulações ou mesmo fazer deformar pisos. É possível cultivar espécies mais robustas em vasos, por meio de técnicas que as mantenham em determinado tamanho, vide o bonsai.

D – Determinar um local apropriado. Neste caso, o cuidado e com as plantas e com as pessoas. Nada de cultivar vegetais em locais de muita circulação, sobretudo espécies espinhosas, ou de folhas muito pontiagudas, tais como a espécie Iuca; a Cica e dasilirium. Escolher, pelo menos, espécies cuja poda pode ser bem controlada, sem prejudicar as mesmas. Os especialistas indicam a Murta; a espécie Tumbérgia-arbustiva; o Podocarpo e ou mesmo Nandina. Não se deve atrapalhar a circulação no quintal, nem prejudicar as plantinhas.

E – O vento. Verificar se o quintal está ou não exposto a fortes ventos. Em caso positivo, se deve evitar o cultivo de espécies vegetais que abram folhas muito largas ou compridas, pois as mesmas sofrem com essa situação, rasgando muito facilmente. Plantinhas que sejam mais resistentes, mais firmes, rígidas, uma lista serve para orientar: o Viburno; o Agave; a Cica; a Dracena; a Clúsia; a Orquídea-bambu; a Bálsamo; a Zamioculca, entre outras do mesmo porte.



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